Por Gilvane Caldas.
Há um ditado popular e muito conhecido que diz: "em casa que falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão.
Passadas as eleições, um grupo de manifestantes autoritários, fascistas e golpistas resolveram se juntar nos portões dos Quartéis do Exército para contestar a democracia.
A Lei diz que é proibido fazer manifestação em áreas ou zonas militarizadas, consideradas de Segurança Nacional. No entanto, o que se tem visto é justamente a baderna, a desordem, o desrespeito à Constituição e a afronta da ordem democrática de forma vil, com a conivência das autoridades que prevaricam diante da garantia da lei e da ordem.
O Presidente da República, Jair Bolsonaro, e seus "comandados" se assim podemos dizer", precisam ser responsabilizados criminalmente por incitação, apoio e leniência a atos violentos que não podem ser considerados democráticos. As policiais têm a tradição de serem extremamente violentas, agressivas e letais com os trabalhadores, professores, estudantes e organizações sociais que lutam por direitos dentro da Constituição. Agora, assistem tudo passivamente.
A pergunta que se deve fazer às autoridades é: Que tipo de tratamento será dado aos trabalhadores quando estes fizerem manifestações de fato democráticas? Por quais motivos os policiais e as autoridades estão sendo coniventes com os crimes dessa gente? É permitida a reivindicação de idéias criminosas e fora da lei mesmo que sejam pacíficas, o que não é o caso? Então, nós podemos sair às ruas exigindo a morte de judeus, negros, mulheres, gays, pobres, ditaduras, fim da liberdade desde que seja de modo pacífico? É isso?
Onde estão aquelas pessoas que se dizem autoridades e que representam o povo? Parece que vivemos numa república de bananas de homens fracos que têm apenas aparência de autoridade, que no fundo, são pessoas frustradas, incompetentes que flertam com o autoritarismo de um tempo de crimes que não foi passado a limpo como determina a Lei. Os crimes praticados por essas pessoas que se dizem democráticas precisam ser apurados na forma da Lei com punição exemplar para que não se repita e sirva de exemplo para as futuras gerações.
Caetité-Ba.
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