A narrativa da mídia ocidental, brasileira, subserviente aos Estados Unidos tem esforçado para convencer o resto do mundo de que o genocídio patrocinado por Israel contra o povo Palestino é um direito de defesa do povo israelense. Quem tem uma imprensa desonesta e sem compromisso com a verdade, comprometida com o capital internacional não pode afirmar que vive numa democracia plena.
A terra onde Jesus andou se transformou num inferno a céu aberto onde o governo de Israel mantém um campo de concentração, uma Auschwitz dos tempos modernos com o povo palestino trancafiado. Não é aceitável que os interesses americanos sobreponham a vida de um povo, exterminando homens, mulheres e crianças de forma indiscriminada.
A posição americana diante da guerra é um sinal de que eles sobrevivem e se beneficiam da desgraça e do sofrimento dos povos que eles consideram inimigos. Atualmente, os conflitos na Ucrânia e na Faixa de Gaza é a representação na essência da barbárie e da ignorância humana no desprezo pela vida de milhares de inocentes.
Israel impede o fornecimento de água, energia, remédios e alimentos para o povo Palestino e a mídia ocidental tenta esconder e camuflar as informações, transmitindo apenas o que os senhores do poder determinam. O noticiário está sendo controlado pelo governo israelense para prevalecer a narrativa de que Israel foi atacado por um grupo terrorista.
Pode até ter sido!
Mas quem financiou o HAMAS foi justamente o estado de Israel com aquiescência dos Estados Unidos para destruir o grupo de oposição, de esquerda, o Al FATAH.
Foi assim no Afeganistão, na Líbia, no Iraque só pra relembrar alguns dos episódios. A posição do Brasil no Conselho de Segurança da ONU foi extremamente racional e humana, posição contrária à dos americanos e de Israel. O governo brasileiro está protagonizando uma campanha pelo cessar fogo, com o apoio de outros países ditos sem voz e importância no cenário econômico e militar mundial.
Mesmo com o silenciamento da mídia ocidental, as informações estão chegando. A faixa de Gaza sem energia dificulta a imprensa alternativa e os próprios jornalistas palestinos de cobrirem a tragédia em tempo real. O extermínio e prisões de jornalistas palestinos torna o noticiário da guerra um monólogo da insensatez.
Seja qual for a sua ideologia política ou religiosa, como ser humano, você é obrigado a negar a verdade contada a partir do ponto de vista de Israel como direito de defesa, assim como,, acreditar que o RAMÁS representa o povo palestino. A guerra entre ambos não está para a liberdade dos povo oprimido nem tão pouco para a criação do estado território da Palestina.
O extermínio de um povo não pode ser aceito com naturalidade para quem acredita que somos filhos de Deus. O ódio que alimenta os conflitos no mundo precisa ser enfrentado por todos que defendem a paz como princípio de humanidade.
Caetité-Ba.