Por Gilvane Caldas.
Próximo de completar 76 anos de idade, o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, depois de deixar a Presidência com uma aprovação de 87% entre ótimo e bom, volta aos palcos da política com o compromisso de resgatar o Brasil e o povo brasileiro das mãos de um grupo político fascistóide que governa para uma minoria rica, violenta e que não tem compromisso com a verdade nem com o desenvolvimento justo do país e dos brasileiros.
Infelizmente a ignorância e a curta memória histórica de parte dos brasileiros está custando muito caro aos próprios trabalhadores. Estamos sendo lançados ao mar da escuridão, das trevas por um grupo político que tem a mentira, as fake news como plataforma de governo. O governo de Bolsonaro representa o que há de mais nocivo e repugnante na política, e mesmo assim, ele consegue através da sua bolha insensata e ignorante expandir suas mentiras mais estapafúrdias possíveis.
O papel da imprensa e dos jornalistas sérios, nessas eleições, deveria ser o de se comprometerem com a verdade dos fatos e com os valores democráticos. Tratar o Lula em pé igualdade ao Bolsonaro é um desserviço ao país e à democracia. O Lula foi preso quando era líder sindical por defender os interesses da classe trabalhadora e preso recentemente por 583 dias numa operação política sem provas para tirá-lo das eleições de 2018, já o Bolsonaro por práticas de atos terroristas quando era militar no quartel.
O Lula representa a verdadeira democracia, o respeito às famílias, a liberdade religiosa e às religiões. O Lula traz consigo a esperança de dias melhores para os brasileiros e uma história conhecida e respeitada no mundo. O Brasil do Lula presidente gerava empregos e distribuía renda, as instituições eram independentes e não sofriam interferências indevidas do governo, tinha-se de fato uma República.
Jogar o principal líder dos trabalhadores, vivo, em atividade política no mundo em pé de igualdade com um desqualificado, sem compromisso com a verdade, que mente o tempo todo, que distorce os fatos, nega o que diz, não tem compaixão com o sofrimento alheio, prega pautas de costume como Deus, família e liberdade sem ser exemplo em nenhuma delas é pura desonestidade intelectual. Aceitar que o maior líder dos trabalhadores, vivo, seja achincalhado, humilhado e ofendido num debate eleitoral por um crápula desqualificado e mentiroso é permitir que a classe trabalhadora seja dizimada de valores éticos e morais.
Certamente a nossa geração não terá o privilégio ou a possibilidade de construir uma outra liderança popular da estatura do Luís Inácio Lula da Silva. Infelizmente, numa sociedade líquida, onde os valores aos poucos vão sendo invertidos e a memória apagada, os feitos e as transformações realizadas pelos governos Lula PT, ficam apenas como lembranças para alguns. Lula representa a nossa tábua de salvação, nossa última esperança para que o país não aprofunde ainda mais as desigualdades sociais e a desesperança. Viva Luís Inácio Lula da Silva.
17/10/22.Caetité-Ba.
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